quarta-feira, 22 de junho de 2011

Eu olho para minha mão direita no escuro inconformado com o que fiz, chaqualho a mão para ver se faz algum barulho... o silencio permanece, o tempo passa e nada, nada de barulinho, apenas a escuridão na qual não consigo nem ver minha mão direito, apenas uma mão que não vai mais servir para fazer barulhos no escuro.

parece que não mas isso me faz cair em lagrimas e o pior de tudo o arrependimento profundo, a dor, a vontade de pegar o primeiro onibus que ver e ir em seu alojamento familiar e ajoelhar e suplicar por uma outra chance até que minha garganta não aguente mais soltar um mizero som...

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